Que coisa boa, hein?! Ver novamente o Brasil no lugar mais alto do pódio. Barrichello - ainda que menino chorão - merecia essa glória. Repito o que disse no início da temporada: é dele toda a minha torcida! Acelera Rubinho!
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domingo, 23 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Eu prefiro ser uma metamorfose ambulante
Há exatos 20 anos desaparecia o poeta Maluco Beleza. Não deixou recado de seu itinerário. No entanto, sua obra persiste em nós - admiradores. Para reverenciá-lo, escolhi aqui algumas de suas frases interessantes. O querido Raul dos Santos Seixas não era apenas compositor ácido. Era, sobretudo, brasileiro atento e antenado ao seu tempo. Era sujeito de vanguarda.
Veja algumas "tiradas" desse grande-baiano-bom-pensador:
1ª - "A arte de ser louco é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal."
2ª - "Só há amor quando não existe nenhuma autoridade."
3ª - "O sonho do careta é a realidade do maluco."
4ª - "A desobediência é uma virtude necessária à CRIATIVIDADE."
5ª - "Ninguém morre, as pessoas despertam do sonho da vida."
6ª - "Quero a certeza dos loucos que brilham. Pois se o louco persistir na sua loucura, acabará sábio."
7ª - "Eu não sou louco, é o mundo que não entende minha lucidez."
8ª - "Somos prisioneiros da vida e temos que suportá-la até que o último viaduto nos invada pela boca adentro e viaje eternamente em nossos corpos."
9ª - "Há Homens que nascem póstumos."
10ª - "Que capacidade impiedosa essa minha de fingir ser normal o tempo todo."
Mas, entre todas, prefiro a que diz que "nunca é tarde demais pra recomeçar." Raulzito se foi jovem, aos 44 anos de idade - precisamente. Seu corpo foi encontrado às 8h da manhã, pela sua empregada, Dalva. Alguns afirmam que Raul Seixas foi vítima de sua maluquez, de sua inconsequência e de sua ausência total de responsabilidade. O que sei é que, como diria Arnaldo Antunes, o pulso 'de sua palavra' ainda pulsa!
Quem disse que bigode é sinônimo de macho? José Serra que o diga!
Já se foi o tempo em que bigode era sinônimo de macheza e de virilidade. As viúvas do Sarney estão aí para contraditar. A moda agora é todo mundo bem lisinho, bem barbeado: bumbum de bebê! E Luiz Inácio tem se tornado, ao longo de sua estada no Palácio do Planalto, um exímio barbeiro. Suas barbeiragens são inúmeras, tudo em nome da descarada perenização no poder.
Lula não mede esforços e tem sido mesmo impiedoso. Sacaneou Heloísa Helena, Cristóvam Buarque, Marina Silva, Flávio Arns... Virou às costas a Frei Betto e desmoralizou - aos poucos, bem devagarinho - o todo poderoso Dirceu e os emergentes petistas Gushiken e Genoíno. Já Marta e o coitado do Suplicy tornaram-se criaturinhas bobas, desacreditadas e descartáveis.
Agora, achando pouco, Lula intima autocraticamente o seu líder no Senador com autoridade de mandaário popular e populista e retira-lhe o bigode. Ainda atônito e capacho, Aloísio Mercadante demonstra miopia política e, sinceramente, não reconheço nele perspectiva. É mais um moribundo que perdeu moralmente a liderança diante de seus "liderados", perdeu o jeito de andar e - consequentemente - a dignidade.
Lula não está nem aí, tampouco deseja alguém por perto ameaçando o seu projeto de poder. Quer apenas uma catapulta que o leve até 2014, já que disfarça não pretender o 3º mandato consecutivo. Nosso presidente usa e abusa! É, de fato, um tirador de onda que quer Dilma como fantoche para continuar a dar as ordens no terreiro! Já Sarney e Renan são apenas fetiches bizarros nesse exercício tântrico que não levarão o Brasil ao tão almejado orgasmo.
Sendo assim, desde já antecipo a minha aposta no governador Serra. Um sujeito liso e barbeado, e pelo que se vê, pegador.
Professores na 2ª Formação do Programa Travessia no Hotel Casa Grande, em Gravatá
Fotos: Marcelo De Marco
Algumas dicas sobre redação e um simulado para o Novo Enem - Literatura
1º) Ler é uma 1ª sugestão que posso dar. O candidato melhor preparado é aquele mais curioso e que busca incessantemente conhecimento por meio da leitura. A ideia é adquirir repertório. Imagine uma árvore. Quanto maior seu tamanho, maior será sua sombra, maior sua presença no mundo, mais pássaros e outros seres vivos será capaz de acolher. O mesmo pode ser dito em relação a uma pessoa e o que ela sabe. Quanto mais vasto seu conhecimento e mais profundo, maior ela se torna. Interpretar textos é o coração do Enem. É preciso saber que há diversos tipos de textos. Estudar os gêneros textuais é o primeiro passo para compreendê-los melhor. Jornais, revistas, a Internet, os livros e observar o mundo são os maiores aliados nessa jornada.
2º) Pratique a argumentação. Em outras palavras, para que dominar os recursos linguísticos? Para se expressar melhor, se fazer entender melhor e comunicar o que pensa. Promova rodas de discussões com seus colegas. Você começará a perceber a eficácia de cada argumento. Divida o grupo entre os que são contra e os que são a favor de uma questão. Tente se aprofundar e descobrir a complexidade de alguns temas. Ao final, coloque no papel o tema, seu posicionamento em relação a ele, os principais argumentos, tire sua conclusão e faça uma proposta concreta para promover mudanças. Isso o ajudará a fazer uma redação nota 10 não apenas no Enem, mas em qualquer concurso.
3º) Preservar a vida e garantir as condições para sua plenitude são o desafio permanente das gerações. O futuro é a obra de nossas mãos. Todos os temas ligados a essa questão são urgentes e, portanto, o Enem se ocupará deles. Certamente algumas questões abordarão meio ambiente (florestas, recursos hídricos, energia, aquecimento global, catástrofes naturais etc.), desenvolvimento econômico, consumo consciente, segurança alimentar, justiça social, inclusão, formas de violência, diversidade e assim por diante. A redação também poderá pedir algo por aí.
4º) Esqueça a abordagem tradicional de língua portuguesa e gramática. Não que ela não seja importante, mas o mais instigante é a língua viva, capturada em seu pleno uso. Estude variações linguísticas (recomendo Preconceito Linguístico, de Marcos Bagno), funções da linguagem, expressões idiomáticas, figuras de linguagem, coesão e conectivos.
5º) A cultura brasileira é um grande manancial para as questões do Enem. Conhecer mais da nossa História e das nossas expressões artísticas, incluindo patrimônios materiais e imateriais vai, não apenas ajudá-lo, mas também enriquecê-lo. Isso inclui literatura, música, teatro, dança, cinema, artes visuais... Todo mundo devia conhecer melhor seu país, você não acha?
6º) A cultura digital ou influências da tecnologia na sociedade e a cultura urbana e suas manifestação são os fatos mais relevantes no cenário cultural contemporâneo, especialmente o encontro entre as duas, com a mobilidade. Fique de olho nessas imbricações.
7º) Intertextualidade e metalinguagem são campos obrigatórios. Dê uma investigada!
8º) Haja o que houver, faça todas as propostas de redação pedidas. Pratique! Não há outro jeito de aprender a escrever. Você erra, alguém corrige, você aprende. Certo? Vá de peito aberto e arregace as mangas.
9º) Na parte de Literatura, o Enem sempre adorou questões relativas ao Modernismo. Estude os principais autores desse período (Não sei, mas como já disse em minhas aulas, o Joaquim Cardozo pode ser uma novidade para a 2ª etapa - no caso da UFPE). Além disso, aprenda a ler poesia. É um grande desafio. Ela foge totalmente do raciocínio cotidiano, ainda que faça uso da linguagem do dia-a-dia e se utiliza dos sofisticados recursos linguísticos. Muitos críticos avaliam que um poema é capaz de expressar o que nenhuma outra forma textual consegue. Então, deixe-se levar pelos sentidos inusitados criados pelos poetas.
10º) Esqueça os rituais que procuram incutir o decoreba. Chega de decoreba! O Enem é uma prova interdisciplinar, ou seja, em só texto, em uma só questão pode envolver diversas disciplinas. Este ano, com mais questões e ainda mais disputado, o nível vai subir. Os conhecimentos exigidos serão basicamente os mesmos, mas haverá questões com nível de dificuldade maior. Considere dispender algumas horas de seu dia para preparar-se. Baixe aqui um banco de questões que servirá de base aos nossos estudos e dedique-se aos AULÕES DE LITERATURA. O 1º está agendado, inicialmente para o dias 12/09. Estude e boa sorte!
domingo, 16 de agosto de 2009
Estudantes invadem plenário da Câmara para debaterem a Lei Maria da Penha
Fotos: Marcelo De Marco
Como diria Macaco Simão: Buemba! Buemba! Alunos lotam as galerias e invadem plenário da Câmara dos Vereadores da Vitória de Santo Antão. Quem dera isto se torne praxe! Os vereadores perderão seus empregos.
sábado, 15 de agosto de 2009
Lembranças de quando empinávamos pipa nos morros de Pimentel e na Pedra da Pimenta
Quero publicamente agradecer a Sua Santidade, o Papa Bento XVI. Vocês - leitores - devem recordar de que durante aqueles momentos turbulentos da excomunhão - no caso da menina de 9 anos e do padrasto tarado de Alagoinha - eu fui extremamente duro. Não se tratou aqui de perseguição à religião de quem quer que seja. Apenas considerei fora de propósito a posição de Dom José Cardoso Sobrinho naquele triste e lamentável episódio.
Ainda bem que Ratzinger me ouviu. Recordo-me que peguei o telefone numa tarde de domingo e em linha direta com o Vaticano sugeri o nome de Dom Fernando Saburido. SABURIDO é meu conterrâneo desde a época em que Jussaral se escrevia com "Ç". Da pequena vila do município cabense guardo as melhores recordações: o meu pai foi de lá o comissário de polícia mais metido a brabo e o meu avô pastoreava na Assembleia de Deus suas pobres ovelhas.
Fico feliz por saber que ainda sou uma voz ouvida. Ontem mesmo, recebi um contato direto do Paço Municipal da Vitória querendo pitaco sobre a eventual anulação do polêmico concurso organizado por Aglaílson e C&a. Mas não atendi. Pelo menos por enquanto. Não estou com saco para dar conselhos agora. Quero mesmo é comemorar a posse canônica do mais novo arcebispo de Olinda e Recife, meu amigo Dom Antônio Fernando Saburido.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
"Não há virgem na zona"
Arthur Virgílio, senador pelo PSDB/AM, de quem esperava compostura - até pelo que prega e alardeia - não é nem de longe a vestal personagem que ele próprio ajudou a construir no imaginário do eleitor médio que o acompanha ao longo desses anos no Senado. Envergonha-me ver que o antes caçador à procura da velha raposa maranhense (Sarney), no receio de virar caça, pôs o rabo entre as pernas, fugindo da luz da ribalta como quem não desejasse ser notado.
Recentemente, a revista Isto É noticiou que para tentar expurgar seus pecados, o senador começou a devolver aos cofres públicos os R$ 210.696,58 pagos indevidamente ao ex-servidor Carlos Alberto Nina Neto, que é filho de seu amigo e subchefe de gabinete, Carlos Homero Nina, e passou dois anos no Exterior à custa do erário. “Já paguei R$ 60.696,58 e acertei pagar outras três parcelas de R$ 50 mil. Tive que vender um terreno da família e usar o dinheiro da poupança .”
Virgílio se equipara a Collor (PTB/AL), a Renan (PMDB/AL), a Salgado (PMDB/MG), a Jucá (PMDB/RR) e tantas outras figuras decepcionantes da degradada política brasileira. Virgílio - no instante em que mais vociferava - foi pego com a boca na botija. E o que fez? Hein? Hein? Demonstrou absoluta fraqueza, total covardia quando não começou a ser ele o exemplo, renunciando às suas prerrogativas na Câmara Alta do parlamento brasileiro.
Para mim, não basta essa ÉTICA em 4x, e sem juros. O preço - nesses casos - tem de ser mais alto.
O engavetador-mor do Senado
Este é Paulo Duque (PMDB-RJ), o senador encobridor de safadezas do Senado. Arquivou todas as 7 representações contra Sarney e uma contra o seu comparsa - Renan Calheiros (PMDB-AL). Agora, em uma clara demonstração espúria de conchavo arquivou também representação impetrada pelo alagoano Renan contra o frouxo Arthur Virgílio (PSDB-RJ).
Se for para deixar quieto o presidente Sarney, Paulinho - que é da velha guarda do PMDB, topa qualquer parada. A oposição, sabida, já começa então a encolher o rabinho entre as pernas só para ver o senador fluminense arquivar também possíveis representações contra os senadores Sérgio Guerra (PSDB-PE) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) - aquele..., o coronel de merda do jatinho.
Enquanto isso, do Planalto, Lula dá gargalhadas.
domingo, 9 de agosto de 2009
Aos pais
(Em memória de José Firmino Januário e
Antônio Osmindo Batalha)
O montepio
Que herança transmite o pai a seu filho? Não lhe deixa casa ou sombra de apólice nem tampouco o sujo de seu colarinho. Não lhe lega a velha mala das viagens nem os seus amores e as suas bagagens. E as roupas do pai que a chuva encolheu no filho não cabem.
Com pau seco e fogo o pai de resina arma seu legado. Deixa a fogueira que ele fez sozinho no escuro da mata. (Borboletas em seus ombros pousavam) E também menino na pele do vento solta para o céu o seu papagaio. E antes de mudar-se de suor em musgo o pai dá ao filho como pé-de-meia algo da paisagem - sobra de pupila, moeda de lágrimas. Deixa-lhe o balaio cheio de apetrechos e o jeito de andar com as mãos às costas.
Para o filho, passa todo o seu cansaço suas promissórias e seu olhar baço. Da árvore do povo deixa-lhe o grito de espantado amor que gritou na praia. De agrestes gravetos faz o fogo e esquenta na palhoça ao vento a comida fria de sua marmita. O pai dá ao filho o ninho vazio achado no bosque e a raposa morta por sua espíngarda. Dá-lhe a sua anônima grandeza do nada.
Sua herança é o frio que sentiu rapaz quando impaludado. Dá-lhe a lua imensa na noite azulada. Estende-lhe as mãos sujas de carvão molhadas de orvalho. Fala-lhe da dor que sente nos calos. Dá-lhe a verde e rubra pimenteira em flor. Mostra-lhe o tambor de salitre e brisa que rufa sozinho entre arquipélagos de sua pobreza. Mostra-lhe o cadarço de espuma no mar cheio de mariscos.
Ser pai é ensinar ao filho curioso o nome de tudo: bicho é pé de pau. Que o pai, quando morre, deixa ao filho o seu montepio - tudo o que juntou de manhã à noite no batente, dando duro no trabalho. Deixa-lhe palavras.
Lêdo Ivo
In: Os Melhores Poemas
In: Os Melhores Poemas
sábado, 8 de agosto de 2009
Pizzzzza para todos os gostos
Em fotomontagem do The Passira News, vemos José Sarney (PMDB/AP) pondo em prática os seus dotes de experiente pizzaiolo-garçon maranhense. Com muito molho, muito orégano, catupiry, mussarela e queijo. No Senado - Casa de Rui Barbosa, conforme dados dos que lá comercializam, o que está tendo mais saída é a opção a la carte.
Rapidinhas, mas nem tanto!
Lula e Lugo trocando carícias
Itaipu, Lula, Lugo e a eneeeergiiiia!
O tal do Lugo é uma desgraça. É uma erva daninha. Tem fama mesmo de gavião. Depois de papar as fiéis de sua igrejinha e fazer em terras paraguaias luguinhos à torta e à direita, agora quer aliciar o inocente e ingênuo Lula com essa conversa mole de aumentar seus rendimentos em Itaipu. Em encontro recente, o filho da p..., em um roçar de barba meio suspeito, exigiu do mandatário brasileiro mais energia, mais entrega, mais doação. Não se sabe ao certo o que Fernando Lugo teria dito ao pé do ouvido de nosso presidente. Entretanto, comenta-se - à boca miúda - que Lula se derreteu todo, e gostou da lábia e do poder de sedução do ex-bispo.
"Danadinho! Agora, depois que engravidar... quem vai criar o guri é a gente!"
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Foto: Bartolomeu Jr.
O Prêmio de Literatura de São Paulo e o meu bairrismo
Meu compadre Walther (chamo assim porque dá prestígio) não levou o prêmio de R$ 200 mil com o seu O ciclista (Autêntica Editora), ainda que merecesse. Estava torcendo por ele, mas o páreo era duro, duríssimo: a concorrência com Saramago, Hatoum, Silviano Santiago e Noll demonstrou o grau de maturidade que alcançou esse nosso criativo escritor vitoriense. Ademais, saber que o nosso conterrâneo Ronaldo Correia de Brito, com a obra Galiléia (Objetiva), abocanhou a premiação, contenta e sinaliza sobre as proezas e travessuras de que esse nosso Nordeste Brasileiro ainda é capaz.
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Reza, Ciro!
E por falar em bairrismo, nada melhor do que o futebol. Mas a verdade é que o meu Sport, apesar da campanha gloriosa na Taça Libertadores da América, hoje está uma draga. A droga do time parece que desaprendeu a jogar futebol. Na verdade, não se parece com um time. É um amontoado. No gol tem um frango, na ala direita tem um cabeça de bagre, na zaga tem um perneta, no meio de campo tem um perna de pau, e na frente existem dois doidos que vive a me dar ataques de nervos. No entanto, eu ainda acredito que poderemos ser campeões brasileiros.
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Centenário do corno e autor de Os Sertões
Para quem não sabe, Euclides da Cunha - de quem recordamos pelos 100 anos de morte - tinha fama de corno. Tinha fama não. Era corno. Contam os livros que sua esposa, senhora Ana de Assis, tornou-se amante de um jovem tenente, 17 anos mais novo do que ela, chamado Dilermando de Assis. Ainda casada com Euclides, teve dois filhos de Dilermando. Um deles morreu ainda bebê.
O outro filho era chamado pelo chifrudo de "a espiga de milho no meio do cafezal", por ser o único louro numa família de morenos. Aparentemente, Euclides aceitou como seu esse menino louro.
A traição de Ana, no entanto, desencadeou uma tragédia em 1909, quando Euclides - arretado com a "cornice" invadiu a casa de Dilermando, armado, dizendo-se disposto a matar ou morrer. Dilermando, que não era otário, reagiu e matou-o. Foi julgado pela justiça militar e absolvido por ter agido em legítima defesa. Casou-se com Ana, vindo o casório a durar 15 anos.
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Nota de 500 lempiras - moeda hondurenha
Zelaya e o cartão corporativo
O presidente deposto de Honduras de besta não tem nada. Em 5 dias de peregrinação após o golpe, Zelaya gastou apenas US$ 80 mil dos hondurenhos. Mesmo apeado do cargo de presidente, o bigodudo seguiu tirando onda com o cartão corporativo da Presidência hondurenha, até que foi pego pelo novo governo que cessou a farra.
Apesar de ter saído de pijamas, da sua casa, no domingo quando foi deposto pela Suprema Corte Hondurenha, o presidente Manuel Zelaya, teve o cuidado de levar consigo, um cartão de crédito internacional, pago pelo contribuinte de Honduras. Durante esse curto período que esteve fora do poder e pode usar o "plástico", não economizou em roupas, aluguel de carros, e hospedagens.
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Elektra e Azteca, uma novela mexicana
Conforme matéria de Mirella Falcão, publicada recentemente no Diário de Pernambuco, as lojas Elektra em conjunto com o Banco Azteca tem sido alvos de queixas, junto ao Procon e demais órgãos de defesa do consumidor. As lojas Elektra e o Banco Azteca estão sendo acusados de coagir, de forma violenta, consumidores inadimplentes.
De acordo com os relatos, funcionários estariam invadindo a casa dos clientes, ameaçando tomar bens de valor que estejam na residência, inclusive produtos que nem foram financiados pela loja. Há mais de 50 reclamações contra as empresas.
Há registros, inclusive, de aplicação de taxas de juros que exorbitam em muito a média de mercado, além de cobranças em horários indevidos e proibidos em lei, e o pior: fraudulência de contratos. Pelo jeito, o grupo mexicano Salinas estava mesmo era querendo promover um faroeste em terras brasileiras, tudo isso com a bênção de Lula.
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Acordo perigoso
Obama é um danado. Com aquele jeito de "malandro é malandro" está a fim mesmo é de surrupiar o abestalhado continente "mané é mané" Latino Americano com essa militarização na Colômbia. Lendo comentário do linguística norte-americano Noam Chomsky, que também é um importante ativista político, fui levado a crer que os EUA é "um Estado fora da lei".
Para ele, Barack Obama é um político ambivalente, astuto, escorregadio. Decreta o fechamento das bases de Guantánamo, em seu 1º dia de governo, para deixar que, pouco depois, "a realidade" revele que o ato é inexequível; propagandeia que seu governo se dedicará à revitalização da classe média, mas, libera bilhões de dólares para bancos e empresas.
Obama, com aquela fala fácil e ginga dançante apregoa a paz no mundo, mercantiliza areia no deserto. É um vendedor de livro. No entanto, aqui na América do Sul, arma até os dentes a Colômbia de Álvaro Uribe para afrontar a revolução bolivariana de Chaves, Evo e Rafael Correa.
Lulinha paz & amor que se cuide! Porque essa história de dizer que o aborígine tupiniquim "É O CARA!" não dá para deglutir, não dá para engolir, tampouco para digerir - como recomendaria o velho, psicótico e carcomido COLLOR. Obama é desses sujeitos eufemísticos, e como tal, se faz de morto para irromper o esfíncter retal do coveiro.
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