Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens

domingo, 29 de maio de 2011

Otimização do uso do livro didático gera economia de R$ 160 mil no Travessia Médio da GRE Mata Centro, em Vitória de Santo Antão


Em socorro às escolas irmãs dos municípios atingidos pelas fortes chuvas, e contando com o suporte da Coordenação Estadual, encaminhamos ao Setor de Patrimônio da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, para possíveis reparos e posterior remanejamento, kits tecnológicos que incluem: 27 TV´s, 31 aparelhos de DVD, 08 aparelhos de som e 07 armários.

Promovemos, também, a otimização do uso do livro didático - o que gerou uma economia aproximada de R$ 160 mil, uma vez que o preço médio de cada exemplar é de R$ 24,75. Agora, este material poderá ser utilizado por alunos de outros estabelecimentos escolares. Vale dizer que devolvemos, ao todo à Unidade de Administração de Patrimônio, 6.374 livros e 150 mídias DVD.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Agência do Bradesco em Vitória realiza cobrança indevida de taxa para manutenção de conta


A Secretaria de Administração do Estado (SAD) informa em seu site que a mudança de pagamento dos servidores públicos estaduais só tende a trazer vantagens. Segundo texto publicado no dia 26 de janeiro, cujo título é "Bradesco oferece pacote de serviços gratuitos aos servidores estaduais", as contas já estão pré-cadastradas e a adesão às cestas diferenciadas de serviços é opcional. O banco garante ao servidor a opção de um pacote de serviços completo e gratuito, conforme estabelecido pelo edital de licitação do Governo do Estado de Pernambuco.

Mas parece que não é bem isso que está acontecendo. Obedecendo ao cronograma que detalha - por ordem alfabética - nas centrais de atendimento a migração do recebimento de proventos (abertura de contas), funcionários do Estado tem se surpreendido com a oferta de cestas de serviços que estipulam cobrança após 6 meses da abertura da conta. De acordo com funcionários que abriram a sua conta no dia de ontem (23-01), o pacote de serviços mais em conta oferecido foi apresentado por R$ 13,40, contrariando frontalmente o que diz o edital de licitação.

Para se ter ideia, o edital garantiu que não houvesse regressão em nenhum dos termos do acordo com o banco hoje em vigor (Santander). Assim, foram fixadas regras para as novas contas correntes que serão diferenciadas, já que possuem isenção total na taxa de manutenção. Também está garantida a gratuidade nas cinco primeiras transações de transferências e de saques por recebimento de salário, assim como até duas impressões mensais gratuitas do contracheque nos terminais de atendimento eletrônico. Essa mesma informação foi garantida através de correspondência remetida pela SAD/PE aos servidores.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Minha velha avó dizia que 'quem nunca comeu melado, quando come se lambuza'

Lula brinca com Gabrielle e prepara-se para aplicar no fundo

O aumento da produção de petróleo, que deve acontecer no país com a exploração das reservas do pré-sal em bacias paulistas, capixabas e fluminenses, não garante gasolina a 0,40 centavos para o pobre assalariado brasileiro. Dilma Rousseff e Edson Lobão - o ministro pau-mandado de Sarney - acabam de adiantar que pretendem fazer melhor: articulam patrocinar, com a grana, o palanque de 2010 para, em seguida, botar com força no Fundo do Trabalhador.

Entretanto, especialistas em minas e energia, receosos, demonstram preocupação, pois, embora o petróleo seja um recurso mineral que agora em nosso país abunda, o Governo Lula - juntamente com os seus comparsas - farão todo o macabro procedimento pelo elogiável e atencioso SUS, com profissionais de reconhecida experiência - é bom que se diga, mas sem um pingo de veselina - esse importante derivado do cobiçado combustível fóssil.

Como diria o privatizador FHC, assim não pode, assim não dá!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Isto é Real

Cédula de R$ 1. Conforme dados do BC, há apenas 169,2 milhões dessas
notas circulando. Para se ter uma ideia, o número de notas de R$ 100 é de 224,8

Após sucessivas trocas monetárias (réis, cruzeiro, cruzeiro novo, cruzado, cruzado novo, novamente cruzeiro e cruzeiro real), o Brasil adotou o real em 1994, que, aliado à drástica queda das taxas de inflação, constituiu uma moeda estável para o país. Foi implantado no mandato do presidente Itamar Franco, sob o comando do então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, depois eleito presidente da República.

Hoje, o Real é a moeda corrente no Brasil e comemora 15 aninhos. Parabéns!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

O Lulinha domador e o seu Cirque du Soleil

Charge de Gilmar, gilmaronline.zip.net

Em pesquisa pelo ciberespaço cheguei à origem da palavra "trabalho", que tem nascedouro no vocábulo latino TRIPALIUM – denominação de um instrumento de tortura formado por três (tri) paus (palus). Desse modo, originalmente, "trabalhar" significa ser torturado no tripalium. Coisa que o nosso perverso presidente sabe fazer como ninguém. O tripalium de hoje representa (já contabilizavam em 2004) 74 tipos de taxas e impostos.

Mas voltando à Idade Média, uma pergunta agora cabe: quem eram os torturados? É claro que não eram os caucasianos de olhos azuis – como disse meu caro amigo Luiz Inácio Imposto de Renda da Silva. Quem sofriam mesmo eram os espinhaços dos escravos e dos pobres que não podiam pagar os pesadíssimos tributos (qualquer semelhança, em dias atuais, considere-se mera coincidência). Assim, quem "trabalhava", naquele tempo, eram as pessoas destituídas de posses.

A partir daí, essa ideia de trabalhar como ser torturado passou a dar entendimento não só ao fato de tortura em si, mas também, por extensão, às atividades físicas produtivas realizadas pelos trabalhadores em geral: camponeses, artesãos, agricultores, pedreiros etc. Tal sentido foi de uso comum na Antiguidade e, com esse significado, é que o vocábulo “trabalho” atravessou quase toda a Idade Média.

De acordo com fontes da supracitada pesquisa, só a partir do século XIV é que o verbete "trabalho" começou a ter o sentido genérico que hoje lhe atribuímos, qual seja, o de "aplicação das forças e faculdades (talentos, habilidades) humanas para alcançar um determinado fim", muito diferente daquele original em que o "trabalhador" era um carrasco, e não a "vítima", como hoje em dia.

Vale dizer, porém, que com a especialização das atividades humanas, imposta pela evolução cultural da humanidade, o termo "trabalho" tem hoje uma série de diferentes significados, de tal forma que o verbete, no Aurélio, dedica-lhe 20 acepções básicas somadas a diversas expressões idiomáticas. Mas esse número não tem a menor importância, até porque o que somos de fato é "uns escravos", fantoches, marionetes... ante à platéia em sobressalto e aos relhos do Lulinha domador que o que quer mesmo é riso, hilariedade e graça: todos os anos os rendimentos de nosso vil trabalho.

(Ha-Ha-Ha-Ha! Aplausos! Aplausos!)